É que ele pensa que somos virgens, e tenta nos seduzir por conta disto. Ah, amiga, é tão hilário vê-lo se achando experiente enquanto zombamos dele. Mal sabe ele das nossas experiências lascivas. Sabe, Laura, ele deve ser muito pirralho na cama, deve se achar o máximo, mas na verdade mal sabe que uma mulher pode gozar.
Outro dia me encontrei com um certo Rodrigo. Um rapazinho tolo, mas forte. Muito propício aos prazeres dos quais sempre comentamos uma com a outra. Uma pena querida, um pena que sua pica seja tão pequena, mas tão pequena... Nem tive vontade de sentar naquela coisinha. Toquei-lhe apenas uma bronha e ele já se deu por satisfeito. É verdade que tentou me agarrar depois de uns quinze minutos, mas eu o espantei dizendo que estava naquelas dias. Ele, por sua vez, se afastou e logo propôs que fossemos embora. Mal sabe ele dos prazeres que uma xaninha sangrando pode dar um garoto. Ah, esses garotos...
Sabe, Laura, esses rapazes de hoje em dia não são como os homens de antigamente. Digo isso porque certo dia me encantou um homem bruto que trabalha numa funilaria aqui perto de minha casa. Seu nome é Sergio. Este homem me devorou ferozmente, como um animal. Quando eu fiz aquele draminha dizendo que era virgem e tudo mais ele fingiu não escutar e enfiou a rola quase estourando de dura de uma vez. Quase me arrebenta o racho aquela pica enorme. Que homem, o Sergio. E ainda, amiga, depois da primeira gozada, quis que eu lhe desse o buraco, mas ai eu disse que não. Não que me faltasse vontade, mas aquele treco enorme poderia me machucar o intestino, não concordas?
E falando em homens tolos, voltemos a nossa conversa. E Roberto, continuas a te perseguir? Porque a mim ele parece ter acalmado um pouco. Deve ser porque naquela vez em que saímos eu fiz o meu papel de noviça, e ele acreditou. Acreditas? Ele até tentou alguma coisa, mas eu sussurrava em seu ouvido: “não me force, Roberto. Não me force...” É mesmo um tolinho este Roberto, não achas?
Laura, precisamos nos encontrar para trocarmos aquelas confissões que não podemos em cartas. Alías, eu ainda quero sentir novamente o gosto puro da sua xaninha. Não acredito nesta sua história de moçinha pura que não conhece os prazeres do mundo, eu não sou como Roberto que acredita em tudo o que você diz. Sei muito bem que você faz e acontece com esses rapazes com quem você saí e ainda, após o gozo, fazes com que eles prometam não contar nada a ninguém. Como você consegue isso, amiga? Estes homens jovens adoram se exibir dizendo uns aos outros as suas “façanhas sexuais”. São mesmo uns tolos, não é mesmo? Ah amiga, mas se soubesse como aquela noite foi prazerosa para mim, como e me fizeste gozar daquela forma? Como conseguiste usar de tal forma esta tua língua lisa? Porque você insiste em não me encontrar mais? Tem medo de se apaixonar perdidamente por mim? Laura, nós duas sabemos que não conseguimos viver sem um duro e grande cassete.
Vigia, Laura, vigia que o amor entre duas mulheres pode ser muito prazeroso. Nós não temos pêlos pelo corpo todo, nem aquela pressa de gozar que eles têm. Às vezes queria que eles apenas me chupassem, mas eles mal sabem fazer isto. Ou pelos menos não sabem fazer como você. Por isso não acredito naquela sua história de menina pura. Vamos marcar um encontro? Eu sinto sua falta. Mesmo que não seja um encontro intimo. Não quero com você apenas o sexo. Isto eu faço com esses rapazes metidos a macho.
Então, nos encontramos?
Adeus, agora me encontrarei com um garoto que conheci no centro. Não sei, mas me parece que ele faz michê. Se for, não vejo problema nenhum nisto, pois certamente deve ter uma pica enorme e deve saber usá-la como ninguém. Já vou. Mande-me resposta, e, por favor, vamos tentar nos encontrar. Laura, você foi a primeira e a ultima xaninha que eu chupei.
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